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Escrito por enviva às 13h53
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CEDIN - OFICINA DE CULINÁRIA, NO BAIRRO SÃO JOSÉ. 
Ir.Erivan, Ir.Kléber, Ir.Núbia e Ir.Neide
Na última sexta-feira, dia 19/02/2010, às 20h, o CEDIN - Centro de Desenvolvimento Integral, esteve em ação, mais uma vez.
Naquela oportunidade, foi realizada a primeira Oficina de Culinária, na residência dos Irmãos em Cristo Erivan e Neide, no bairro do São José.
Os Irmãos do Rio Grande do Norte, mais precisamente de Macau, Kléber e Núbia, doaram ao Senhor algumas horas de seu breve descanso, aqui em João Pessoa/PB, e, como excepcionais cozinheiros que são, ensinaram aos irmãos do São José como fazer os mais diversos "salgados", tais como, coxinhas, pastéis, pão-de-queijo, pizza, bolinho de queijo, pães, entre outros.
A fim de que todos entendam a importância desse momento, ressalte-se o seguinte fato: O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES CARENTES ESTÁ PARA A ASSITÊNCIA COMUNITÁRIA, ASSIM COMO O DISCIPULADO ESTÁ PARA A EVANGELIZAÇÃO PESSOAL*.
A proposta do CEDIN, conforme explicitado em outras oportunidades, não é a de levar para o bairro do São José alguma espécie de panacéia, nem tampouco algum "pacote de soluções" para as debilidades ou deficiências que o bairro e as famílias apresentem, onde tudo esteja pronto.
A proposta do CEDIN é buscar promover o desenvolvimento de comunidades carentes, demonstrando para elas o rico potencial de ajudarem-se mutuamente com o qual o Senhor já as dotou. Não seremos nós que abençoaremos as vidas de cada um deles, apenas, mas eles descobrirão que podem ajudar-se de forma a transformar a realidade que está ao redor de suas próprias vidas.
Diante disso, buscamos capacitar "Agentes de Transformação", que pertençam à própria comunidade, a fim de que eles sejam poderosos instrumentos de Deus, ali no local onde residem.
Levamos profissionais de outro Estado ou de outra Cidade para lá, mas para que esses capacitem pessoas de lá, do São José. Por sua vez, os inicialmente beneficiados capacitarão e abençoarão outros.
Muda-se de ciclo vicioso de comodidade, de espera por ajuda externa, para um ciclo virtuoso, onde os moradores enxergarão que, em verdade, precisam, além da bênção de Deus, apenas de alguém que se proponha a ser luz, que demonstre a direção, para que eles possam ter suas vidas transformadas.
Ontem, foi a noite de Erivan e Neide serem abençoados com uma Oficina de Culinária, gratuita. Agora, Erivan e Neide, estarão buscando ensinar outros moradores do São José o que aprenderam. Esse movimento gerará renda e, principalmente, fé em Cristo.
No segundo momento, haverá o evangelismo, a capacitação profissional, haverá a fé em Cristo, haverá a quebra de paradigmas e de maldições. Deus será exaltado, pois haverá obras que demonstram a nossa fé.
É apenas o início do CEDIN. Aguardem. Muito mais virá, em nome de Jesus.
Que Deus abençoe a vida de Ir. Kléber e Ir.Núbia, do Rio Grande do Norte. Que Deus abençoe a vida de Ir. Erivan e Neide, do São José(João Pessoa/PB).
Quem será o próximo a quem Deus vai abençoar? Não sabemos. Tudo que sabemos é que Ele vai. Aleluia.
Paz para todos.
Pr. Luiz Freitas *Livro "O Reino entre nós", página 15
Escrito por enviva às 13h52
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PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO MIRAMAR - CEDIN - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL - PROGRAMAÇÃO DA SEMANA

Amados Irmãos em Cristo,
Hoje, dia 07/02/2010, às 16h, tivemos um Culto abençoador com Louvor e Mensagem Bíblica iluminados por Deus.
Entregou a Mensagem do Senhor o Pr. Rodrigo Serrão. O texto foi Apocalipse 2:1-7. Foi bênção de Deus.
Conforme avisamos desde o Domingo passado, amanhã, Segunda-feira, dia 08/02/2010, às 19h30, teremos nossa Reunião de Liderança. Leia-se: Danielle, Luciano, Gabrielle, Angela, Silvânia, Suely, Sara, e quem mais desejar estar presente e puder ir, sinta-se convidado. Não mencionei aqui os nomes dos que, antecipadamente, sei que não poderão comparecer. Preciso da presença de tantos quantos puderem estar.
Terça-feira, dia 09/02, às 18h, Culto de Oração.
Na Quarta-feira, dia 10/02/2010, às 19h30, estará funcionando a Escola de Líderes, normalmente.
Na Quinta-feira, dia 11/02/2010, às 19h, faremos novamente o Sopão, no bairro São José. Amanhã, a Lista estará passando por E-mail, novamente. Contamos com cada um de vocês, em nome de Jesus. Quero pedir que, dessa vez, quem puder levar o que for doar até a Terça-feira, será melhor para organizarmos as demais etapas. Caso queira que eu passe em sua casa para pegar sua doação, basta que me informe e passarei.
Finalmente: Não abram mão, por nada desse mundo, do Culto doméstico, do devocional, da leitura bíblica e das orações, diárias.
Você pode não ter tempo para nenhuma dessas programações acima mencionadas, sem problema. Mas, reserve tempo para falar com o Rei, e desfrutar de Sua doce presença, durante essa semana. Filipenses 4:4 "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos." Que Deus abençoe a todos, em nome de Jesus.
Desejo uma semana abençoada a todos vocês, com a presença e amizade de Cristo.
Pr. Luiz Freitas
Escrito por enviva às 23h11
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CEDIN: Sopa e Questionário, no bairro São José.
Ir.Erivan, feliz da vida.
Pessoas se achegando ao Sopão.
Quinta-feira, dia 28/01/2010, às 19h30, a Primeira Igreja Batista do Miramar esteve novamente no bairro do São José, através do CEDIN - Centro de Desenvolvimento Integral, realizando o "Projeto Pão da Vida", ao lado da Associação de Moradores do Bairro. Distribuímos um Sopão para os moradores mais carentes. Por que dar o peixe se não concordamos com o assistencialismo? Porque precisamos descobrir quais as principais demandas dos cerca de 15 mil moradores do São José. Precisaríamos fazer uma espécie de censo, pesquisa, de casa em casa, para identificarmos os principais problemas a serem combatidos pelo trabalho do CEDIN, à médio prazo. Todavia, não temos voluntários em número suficiente para fazermos tal trabalho de forma satisfatória. Assim, enquanto os moradores estavam na fila, esperando para receber a sopa, nós atuamos evangelizando e preenchendo um pequeno questionário, onde foram marcados Estudos Bíblicos, que acontecerão nos lares daquelas pessoas. Nos lares, Jesus será conhecido e conseguiremos obter mais informações sobre as demandas sociais de cada família para, em seguida, trabalharmos para supri-las. Ë assim que trabalhamos: dando o peixe para poder ensinar a pescar.
Ore por esse trabalho. Quinta-feira foi bênção.
Que Deus abençoe a todos, em nome de Jesus Cristo, aquele de Nazaré.
Pr. Luiz Freitas Louvor Questionários sendo preenchidos: Estudos Bíblicos programados, a partir de onde tudo ocorre.
Sopa e pão: alimento para o corpo. _________________________________________________
Mateus 25:40 "E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes."
Escrito por enviva às 09h40
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PIB Miramar - Pela redenção da criação – Romanos 8:22-23
Redenção: efetivar um completo livramento de um escravo ou prisioneiro, dando liberdade perfeita e definitiva. O CEDIN é o principal Projeto da Primeira Igreja Batista do Miramar, em João Pessoa/PB. Uma Igreja que vive Missão Integral. www.pibmiramar.org
Escrito por enviva às 00h30
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"Evangelizar é anunciar a possibilidade de mudança radical da história de cada ser humano, mas é também trabalhar por essa mudança." Ariovaldo Ramos(ex Presidente da Visão Mundial).
Escrito por enviva às 00h13
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O CEDIN - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL, é uma OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que visa a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice, sem fins lucrativos e econômicos, observando os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência. Temos as seguintes finalidades: I -Promover o bem estar de todo aquele que dele necessitar, sem discriminação de credo religioso ou político, de raça ou nacionalidade, dentro dos recursos disponíveis, visando o desenvolvimento integral (intelectual, físico, psicológico, espiritual e social) e combate à pobreza; II - Prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos e econômicos e a órgãos públicos; III -Colaborar com as iniciativas públicas e particulares que visam o bem-estar social; IV -Execução de serviço de radiodifusão comunitária através de outorgas concedidas pelo Ministério das Comunicações; V -Promover a ética, a paz, a cidadania, os direitos humanos, a democracia e os outros valores universais; VI - promoção da segurança alimentar e nutricional; VII -de cursos e palestras para valorização do indivíduo, hábitos construtivos e saudáveis, organização e gerenciamento pessoal, familiar e comunitário; VIII -organização e promoção de encontros e eventos organizacionais e comunitários; IX -promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria ; X - promoção da responsabilidade social e terceirização de serviços áreas afins; XI - estudos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias alternativas e sua divulgação; XII - desenvolvimento de nas áreas da educação, saúde, comunicação, atividades religiosas, inclusão social e geração de renda, em parceria ou não com entidades publicas e particulares; XIII - criação de centros de treinamento e capacitação de mão de obra de forma profissionalizante para reciclagem de conhecimentos dos trabalhadores e atendimento da carência de novos profissionais; XIV - desenvolvimento de cursos, palestras; XV - solicitação, mediação e concessão, com recursos próprios, de bolsas de estudos totais ou parciais mediante descontos, para carentes em seus cursos, palestras, enfim em todas as áreas de atuação do CEDIN; XVI - criar e manter centros comunitários, de acordo com a necessidade local, e/ou em parceria com outras instituições; XVII – promoção da educação, em regime de gratuidade, nos termos da legislação aplicável. _________________________________________________ A principal ferramenta utilizada pelo CEDIN, em todas as comunidades onde trabalhará, será o Programa de Desenvolvimento de Área, ou PDA. A tecnologia do PDA fortalece nas comunidades as noções de cidadania, mobilização comunitária e defesa de direitos, com foco nas áreas de educação, saúde e segurança alimentar, desenvolvimento econômico, agroecologia, organização comunitária, promoção de justiça, formação sociopolítica e compromisso cristão, além de socorro e reabilitação em situações de emergência. O ponto mais importante dessa metodologia é o Desenvolvimento Transformador Sustentável, um processo que se concretiza através do esforço diário e conjunto da organização e da própria comunidade. A longo prazo, esse trabalho gera mudanças profundas, através de ações como a capacitação de agentes de transformação. _______________________________________________ Atualmente, há uma população estimada em 140 mil pessoas, habitando em comunidades pobres, aqui em João Pessoa/PB. O mais comum é que instituições, Igrejas, ONG´s, OSCIP´s, trabalhem no sentido retirar dali as pessoas que lá habitam a fim de poder melhorar de alguma forma suas vidas. Não é essa a proposta do CEDIN. Não são eles que tem que mudar de lugar, mas nós que devemos sair ao encontro deles. Descer a "ladeira" para estar junto a eles, na realidade de vida deles. Com os meios que o Senhor já providenciou, vamos trabalhar e lutar para transformar a realidade de cada um deles. Começando pelo bairro S.José, vamos estar juntos com eles, vendo a glória de Deus se manifestar em meio às coisas que não são. 1 Coríntios 1:28 "E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;"
Escrito por enviva às 22h32
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Todos os Projetos do CEDIN, em cada uma das Comunidades onde será instalado, funcionarão em uma única Sede, que será um grande Circo. Daí, a logomarca ser da forma que é. Em grandes áreas, no derredor de cada comunidade, instalaremos o Circo, onde funcionarão, por exemplo: 1) Escola de Ensino Fundamental; 2) Salão de Beleza com Cursos Profissionalizantes para mulheres; Cursos Profissionalizantes de Culinária; 3) Cursos na área das Artes Circenses, que serão o Ministério para crianças e adolescentes, educando-os, também, nas áreas de música, dança e literatura; 4) Iremos disponibilizar para a comunidade Assistentes Sociais, Médicos, Odontológicos, Biólogos, Psicólogos, Nutricionistas, Fisioterapeutas, Advogados; 5) Reforço Escolar, Alfabetização de Adultos; 6) Aulas de Informática, Inglês; 7) Escolas de Esportes; 8) Microemprestimos para pequenos empreendedores; Entre outras coisas, que divulgaremos oportunamente. O CEDIN entrará nas comunidades, mas, jamais, sairá delas. Tudo será feito gratuitamente. Antes, durante e depois de cada um desses trabalhos, a Cruz de Cristo será pregada. Almas serão salvas da perdição eterna, ao mesmo tempo que, corpos serão retirados da miséria, das drogas, da morte que lhes espera naquelas comunidades.
Junte-se a nós: CEDIN: Formação de Cadastro de Profissionais
Doe apenas uma hora por semana ou por mês de seus talentos e/ou profissão para o Bairro do São José.
Há vagas para DISCÍPULOS DE CRISTO/VOLUNTÁRIOS:
1.ASSISTENTES SOCIAIS;
2.ADVOGADOS;
3.MÉDICOS(PEDIATRA, GINECOLOGISTA, CLÍNICO);
4.PROFESSORES DE INFORMÁTICA;
5.PROFESSORES PARA ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS;
6.PROFESSORES DE INGLÊS;
7.PROFESSORES DE REFORÇO ESCOLAR, ATÉ 6a.SÉRIE;
8.CABELEIREIROS;
9.COZINHEIRAS - MINISTRAR CURSOS DE CULINÁRIA;
10.BIÓLOGOS;
11.PSICÓLOGOS;
12.VOLUNTÁRIOS PARA TRABALHO COM IDOSOS - CRIAÇÃO CLUBE DO IDOSO;
13.VOLUNTÁRIOS PARA FORMAÇÃO DE GRUPOS DE APOIO;
14. NUTRICIONISTAS;
15. PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA;
Caso você não queira ou não possa colaborar, agradecemos se indicar alguém que possa.
Que Deus abençoe a vida de todos, em nome de Jesus Cristo.
Pr. Luiz Freitas
Escrito por enviva às 12h21
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================================================ Fale conosco: cedin.contato@gmail.com ================================================ CEDIN - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL 
Objetivos Desenvolver indivíduos, famílias e comunidades de João Pessoa/PB, a começar pelo bairro do São José, em quatro áreas: físico, social, intelectual e espiritual. Valores 1. Cremos na Bíblia como regra última de fé e conduta; 2. Seguimos a Jesus Cristo como modelo de desenvolvimento; 3. Amamos a Deus e ao próximo; 4. Existimos para servir as comunidades; 5. Ministramos ações proféticas que geram transformação; 6. Evangelizamos em todos os nossos projetos; 7. Enfatizamos os relacionamentos como meio para a transformação; 8. Afirmamos que o desenvolvimento começa em cada um de nós; 9. Exercemos o ministério com espírito voluntário; 10. Facilitamos o empoderamento de lideranças locais; 11. Buscamos a formação de agentes multiplicadores, fazendo discípulos; 12. Valorizamos os recursos e os potenciais locais; 13. Respeitamos os valores locais e a diversidade cultural; 14. Priorizamos o enfoque preventivo nas ações; 15. Cremos na centralidade da família como matriz de intervenção; 16. Valorizamos parcerias e o trabalho em redes; 17. Trabalhamos em cooperação com a igreja local; 18. Almejamos influenciar a Igreja e a sociedade com a nossa visão; 19. Promovemos a justiça social e a equidade nas nossas ações ; 20. Buscamos a excelência e o equilíbrio em todas as ações. Visão A expansão do Reino de Deus e a transformação das comunidades em todas as esferas da vida. Missão Prestar assistência e facilitar o desenvolvimento integral de indivíduos e famílias em contextos de vulnerabilidade social, através de ações localmente relevantes.
Escrito por enviva às 23h44
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POR ONDE COMEÇAR DIANTE DE TANTAS NECESSIDADES? 
NOSSOS PRIMEIROS PROJETOS: - 
O bairro do São José, em João Pesoa/PB, será o primeiro a receber o CEDIN - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL. - Inicialmente, iremos atuar em três frentes: - - 1) Educação; 2) Cultura e Arte; 3) Profissionalização para mulheres. - - 1.1) Na frente de Educação, teremos uma Escola de Educação Infantil, fundamentada na metodologia dos princípios bíblicos. Serviremos, aproximadamente, 120 crianças. 2.2) Na frente de Cultura e Arte, trabalharemos com um Circo, literalmente. No Circo, desenvolveremos um Ministério com crianças e adolescentes com oficinas de arte circense, literatura, musicalização e dança. Cerca de 60 adolescentes e crianças freqüentarão nossas oficinas. 3.3) E por fim, na frente de Profissionalização com Mulheres, teremos um Salão de Beleza, que capacitará mulheres com cursos na área da estética. Seremos apenas cooperadores do Senhor Jesus Cristo na realização dos propósitos que Ele mesmo traçou para o bairro do São José.
Você também pode ser um valoroso cooperador do Senhor e nosso.
Ore. Apresente-se. Junte-se a nós. Precisamos de você.
Que o Senhor lhe abençoe, em nome de Jesus.
Contatos e maiores informações: (83) 8840.0659 cedin.contato@gmail.com ______________________________
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO - ONU - (SET/2000) 
A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil, em conjunto com 191 países-membros da ONU, assinou o pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade.
Escrito por enviva às 19h32
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Se você encontrar um trabalho no qual serve a Deus, ou aos seus santos, ou a você mesmo, mas não serve ao seu próximo, fique sabendo que este trabalho não é bom. Lutero, citado em Deus e o Mundo dos Negócios Editora Ultimato
Escrito por enviva às 18h48
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Avançando... 
Amanhã, sábado, dia 07/11/2009, às 10h, teremos mais uma Reunião com os irmãos em Cristo participantes do CEDIN e com líder(es) comunitários do São José. Projetando, programando, organizando-nos para conseguir os recursos necessários para cada um dos Projetos que Deus colocou em nossos corações. Ore por nós. Que Deus abençoe a todos, em nome de Jesus. Pr. Luiz Freitas
Escrito por enviva às 20h02
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Jesus Cristo, o Filho de Deus: é por Ele e para Ele que faremos tudo 
O sacrifício D'Ele nos inspira... I João 3:16 "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos."
Escrito por enviva às 00h33
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A criação do CEDIN 
Disse Jesus: "eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." João 10:10b
Eis a razão da criação do CEDIN: para que todos tenham vida e a tenham em abundância.
Escrito por enviva às 00h19
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 Deus está procurando por "loucos". Não para curá-los, mas para usá-los.
_____________________________________ "Só pode dizer que viveu, quem soube construir uma estrada. E só sabe construir uma estrada aquele que sabe para onde deve ir. E só sabe para onde deve ir, quem parou para ouvir Jesus." Ariovaldo Ramos ____________________________
Os caminhos que você terá que percorrer são difíceis, estranhos, inexplorados? Então, comece a construir uma estrada. | |
Escrito por enviva às 00h18
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BAIRRO SÃO JOSÉ - PLANOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA/PB PAC
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Na primeira etapa do PAC, serão realizadas obras no Alto Jaguaribe (Jardim Guaíba, Jardim Bom Samaritano, Rua Projetada, Travessa Palmares, Rua Osvaldo Lemos, Novo Horizonte, Lagoa Antônio Lins e adjacências do Monte Cassino) e Baixo Jaguaribe (Chatuba e São José). As etapas futuras contemplarão o Médio Jaguaribe. “Como os recursos são limitados, foi feita uma escolha, que levou em conta as áreas onde há necessidade mais urgentes de intervenção, que são o Alto e o Baixo Jaguaribe”, explicou.
Revitalização do Rio Jaguaribe
O PAC prevê obras de infra-estrutura urbana nas localidades próximas do Rio Jaguaribe, como a implantação de pavimentação, drenagem e esgotamento; a retirada de habitações de risco e revitalização de área degradada e implantação de loteamentos com equipamentos comunitários, como escolas, creches, praças, quadras esportivas e postos de saúde.
No Vale das Palmeiras, Rangel e Novo Horizonte (Alto Jaguaribe) serão implantados 126.395,75 metros quadrados de pavimento em paralelepípedos e 46.828,50 metros quadrados de pavimentação em asfalto. Nas comunidades São José e Chatuba (Baixo Jaguaribe) serão beneficiados com 25.624,61 metros quadrados de pavimento em paralelepípedo. Além disso, as áreas receberão investimentos em esgotamento sanitário (1.266 ligações domiciliares) e redes de abastecimento de água, iluminação pública (820 metros quadrados), recuperação de 32.600 metros quadrados de áreas degradadas e construção de 1.260 moradias que abrigarão 6.300 pessoas. O PAC do Jaguaribe beneficiará 62.655 famílias (192.511 pessoas).
Escrito por enviva às 23h46
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BAIRRO SÃO JOSÉ - INFORMAÇÕES ESSENCIAIS - PARTE I Fonte: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp368.asp Aqui, pretende-se dissertar sobre a segregação sócio-espacial da cidade João Pessoa PB, evidenciando como reflexo de sua anomalia urbana, as favelas. O caso do bairro São José, assentamento espontâneo mais populoso da capital paraibana que está situado entre bairros nobres e próximos do maior shopping center da cidade. Esta situação é fruto do processo de urbanização excludente e fragmentada desde as primeiras ocupações na área nos anos 70, sendo ícone da "cidade partida" que perdura por mais de três décadas. Ao longo dos anos, o número de favelas em João Pessoa vem aumentando. Estima-se que dos 60 bairros da capital, mais de 38 tem favelas. Segundo dados da Prefeitura de 2003, 101 áreas com características de assentamentos espontâneos abrigam uma população de 121,8 mil pessoas. O crescimento da cidade "informal", como chamam os especialistas, além de ser ilegal, necessitando de uma reforma fundiária urbana, é impactante ao meio ambiente, pois sua ocupação precária ocorre em áreas ambientalmente frágeis - beira de córregos, rios e reservatórios, encostas íngremes, várzeas e fundos de vale, consideradas Áreas de Preservação Permanente – APPs. Esses assentamentos, cujos moradores não possuem conhecimento técnico e muito menos ambiental, são responsáveis ainda pela contaminação dos recursos hídricos devido ao lançamento de lixo e esgotos nos rios, que, por sua vez, contribuem para se alastrarem os casos de doenças veiculadas à água poluída, pelo agravamento de assoreamento dos cursos d'água, decorrentes de desmatamentos das matas ciliares, e por desmoronamentos com mortes pela implantação dos barracos nas encostas em áreas de risco. Em período de fortes chuvas, vem à tona os efeitos de uma expansão urbana desordenada e caótica. As populações ribeirinhas, a exemplo do bairro em questão, sofrem com as inundações e deslizamentos. Todos os anos a história se repete, e muito pouco é feito no que diz respeito a sanar os problemas de vez. Gastam-se milhões com ações paliativas e a população pobre, como se não bastasse a sua situação de exclusão perante a sociedade, se vê desesperada e sem esperança por uma moradia ao menos digna. No aspecto jurídico, o Plano Diretor da cidade de João Pessoa visa, entre outros objetivos, “assegurar o desenvolvimento integrado das funções sociais da cidade, garantir o uso socialmente justo da propriedade e do solo urbano e preservar, em todo o seu território, os bens culturais, o meio ambiente e promover o bem estar da população” (2). No entanto, não é isto que se vê na paisagem citadina. Outro aspecto bastante criticado pelo movimento Pro-Moradia, arquitetos, urbanistas, geógrafos, entre outros setores da sociedade organizada que pensam sobre a questão urbana, é que o recurso legal da Outorga Onerosa, previsto no Plano Diretor da cidade e pela Lei Federal desde 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade, Lei nº 10257, Art. 28), não é praticado pela prefeitura municipal de João Pessoa, o que se acontecesse, as contrapartidas advindas do setor imobiliário poderiam ser direcionadas para financiar obras de urbanização em áreas carentes da cidade, como as favelas, por exemplo. Isso ajudaria a amenizar as agressões ambientais e a promover a justiça sócio-espacial na cidade. Neste contexto, o bairro São José, com aproximadamente 13000 habitantes, é um bairro com características de favela, ocupação desordenada e em áreas de risco ambiental, precariedade das moradias, insalubridade, sem espaços de sociabilidade, alta densidade construtiva e condições de habitabilidade inalcançáveis. Situado numa região nobre, entre os bairros Manaíra e João Agripino, e às margens do Rio Jaguaribe, o bairro São José possui um dos piores indicadores sócio-ambientais e urbanos da cidade de João Pessoa e do mundo. O Índice de Qualidade de Vida Urbana (IQVU) do bairro é de 0,37. O IQVU de Manaíra, seu vizinho, é de 0,798 (o índice máximo é um). O Índice de Salubridade Ambiental (ISA) do bairro em estudo é de 39,19 (acima de 50 é considerado satisfatório) e a longevidade não passa dos 50 anos (3). Por trás deste contraste se escondem uma segregação sócio-espacial seguido de problemas de violência urbana, insegurança, desemprego, agressão ambiental e outros males que evidenciam a baixa qualidade de vida não só para os moradores do bairro pobre, como também para toda população circunvizinha, cujo entorno é formado por bairros da classe média-alta. Com o intuito de indicar caminhos que pode melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro São José e sua inevitável melhora do entorno imediato, foi realizado um plano urbanístico de alternativas projetuais de morfologia urbana com inclusão social e sustentabilidade ambiental. Neste plano foram definidas três áreas estratégicas chamadas de áreas catalisadoras das mudanças. Remoção das famílias em áreas de risco, educação ambiental, criação de praças e espaços públicos, centros profissionalizantes, são algumas das medidas contempladas no plano urbanístico, que visa ainda o redesenho e reorganização do território do bairro com participação direta da comunidade. Deste modo, acredita-se que o bairro São José tem o mesmo direito de ser atendido com infra-estrutura básica e serviços urbanos qualificados que os bairros vizinhos, da cidade formal, possuem (4). Para atingir tal escopo, baseou-se na avaliação das questões da categoria de análise espacial: Morfologia Urbana, temática que embasa a formulação metodológica do plano urbanístico para o bairro São José. Aplicam-se, portanto, conceitos de autores famosos no assunto – Lamas, Vicente Del Rio, Rossi, Lynch, Cullen –, mostrando a sua eficácia no desenho urbano e no processo de planejamento das cidades. Com estes estudos, percebe-se que as formas influenciam comportamentos e podem atrair ou repelir os usuários, dependendo dos seus aspectos culturais, estéticos, funcionais, ambientais, espaciais, sociais e até psicológicos. Neste percurso metodológico, foi investigada também, a gênese do bairro São José no contexto sócio-espacial de João Pessoa, que esclareceu as razões sócio-econômicas para a ocupação dos primeiros barracos. Enfim, o presente trabalho tem o intuito de propor alternativas de habitabilidade que alcance a melhora da qualidade de vida dos moradores, a partir da reorganização e redesenho do território do bairro São José, considerando, sobretudo, os aspectos preexistentes (5). Para tanto, verificou-se, também, que a ocupação do assentamento ocorreu de forma gradativa, desordenada e inconstante. Isto acarretou graves prejuízos bioclimáticos e espaciais e uma baixa qualidade de vida para os moradores (6). Concepção das tipologias habitacionais De acordo com a categoria de análise espacial Morfologia Urbana, foram realizados mapas temáticos que esclareceram as condições físico-espaciais, sócio-ambientais do bairro. Como pressuposto básico, as transformações deveriam ocorrer afetando o mínimo possível a estrutura existente, porém, situações frágeis, no sentido morfológico e ambiental, deveriam ser revistas (a exemplo das figuras 02 e 03 abaixo). Deste modo, o padrão de ocupação proposto foi resolvido considerando dois principais fatores: 1º) O novo sistema viário foi elaborado a partir do traçado atual, no entanto, novas correções atuaram como forma de reparar as distorções ambientais e de relocar as moradias em situação de risco às margens do rio. Desta forma, as principais ruas continuaram a existir, contudo mais largas e ladeadas com calçadas. As vias são "componentes fortes na orientação dentro do assentamento e na cognição de sua imagem" (7) 2º) Além das vias, os principais marcos existentes foram respeitados e considerados elementos "intocáveis" pelo plano urbanístico. Os principais signos referenciais (as igrejas católicas e evangélicas, o posto médico, etc) já fazem parte do imaginário coletivo da população local. A sua preservação é essencial, não só como fato histórico-cultural do bairro, mas porque estes signos são marcados de imageabilidade e legibilidade que propiciam uma melhor orientação dos transeuntes ao longo dos vários percursos da espacialidade do bairro. Foi a partir destas premissas que se desencadearam o novo parcelamento do solo. As quadras resultantes deveriam então conter habitações que abrigassem cerca de 13.000 habitantes. Verificados os padrões tipológicos existentes, a diversidade das organizações internas das casas e as tendências de verticalização, definiram-se as variedades tipológicas considerando que cada unidade deveria ter 45m², sendo 9m² para cada pessoa, ou seja, uma unidade habitacional abrigaria no máximo cinco moradores. Além disto, foram definidas cinco tipologias diferentes, compatíveis com o número de moradores por domicílio e com os vários arranjos espaciais internos das casas do bairro. Para otimizar o plano urbanístico, o padrão de ocupação deveria passar da tradicional forma do lote para a ocupação de agrupamento ou condominial.
Escrito por enviva às 22h52
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BAIRRO SÃO JOSÉ - INFORMAÇÕES ESSENCIAIS - PARTE II O contato com a comunidade e o modelo de gestão Como resultado das visitas in loco, observou-se que a comunidade em questão estava com uma auto-estima baixa. Os moradores, de tanto darem entrevistas, responderem questionários a estudantes, universitários, etc., tinham pouco estímulo para escutar outros pesquisadores (como nós), pois durante todas estas visitas de acadêmicos, houve pouca mudança efetiva nas suas vidas. Mesmo assim persistiu-se, e com o intuito de mobilizar os moradores, resolveu-se formular um slogan para o plano urbanístico do bairro. Este foi denominado programa "Muda São José". Criou-se então uma logomarca e divulgou-se nas assembléias. Na tentativa de resgatar a auto-estima dos moradores durante as visitas, apresentou-se exemplos de reurbanização e requalificação de bairros carentes em outros estados do país, alertando-lhes que "se eles conseguiram por que vocês também não podem conseguir?" Experiências bem-sucedidas do Programa Favela-Bairro (RJ), Programa Lote Legal (SP), entre outras, foram mostradas, explicando-lhes que a precondição primordial para a concretização de equipamentos urbanos dessa natureza (como quadras, centros profissionalizantes, praças, etc.) nas respectivas cidades, é a união e o censo de responsabilidade da comunidade para com o seu próprio bairro. Só assim, a prática da parceria entre poder público, iniciativa privada e comunidade (prática aplicada nas comunidades beneficiadas) poderá dar certo. Neste contato direto, observou-se também que a comunidade do bairro em análise é desunida, desarticulada e com baixo grau de conscientização política. Por isso, no atual trabalho, decidiu-se apresentar à comunidade cenários estratégicos que pudessem melhorar a qualidade de vida dos moradores. O plano urbanístico geral não foi apresentado pelo fato de haver interpretações distorcidas do mesmo, de provocar outras expectativas frustradas e de exigir um grau considerável de mobilização e organização dos moradores, fato que, no momento, a comunidade não possui. Foi então que se resolveu estruturar a proposta em etapas, sendo a primeira denominada 1ª Etapa de Intervenção. Esta 1ª etapa são áreas estratégicas no território do bairro que podem atuar como elementos catalisadores das transformações, sendo fundamentais para resgatar a auto-estima dos habitantes e incentivar os órgãos governamentais, a partir destes dispositivos multiplicadores, a transformar o atual cenário do bairro São José. Nesta fase de reconhecimento local, constatou-se, também, que a maioria dos moradores do bairro não possui carro próprio e utiliza o ônibus como principal meio de transporte. Além deste fato, grande parte das pessoas possui bicicletas e as usam como meio de locomoção. Entretanto, o péssimo estado de conservação das calçadas ou até mesmo a sua ausência, seguido de vias estreitas e esburacadas faz com que a acessibilidade e mobilidade no bairro sejam precárias. Por essa razão, foi prevista uma ciclovia as margens da área de preservação ambiental (mata ciliar) que acompanha o curso do Rio Jaguaribe, como meio de facilitar a circulação das bicicletas. Do plano urbanístico propriamente dito "Quando o problema é de qualidade de vida, não há custos altos. (...) É preciso medir as coisas através de seus custos humanos e raciocinar que a não concretização desses projetos significa custo em vida. Vidas mais curtas e outras que nem chegam à adolescência" (8). O plano urbanístico para requalificação físico-ambiental, sócio-espacial do bairro São José é constituído por medidas orientadoras que buscam melhorar a qualidade de vida dos moradores e sua conseqüente valorização do entorno. Para tal, propõe medidas priorizando o nível coletivo, contudo o nível individual e privado também foram contemplados. As medidas de melhora coletiva correspondem à implantação do plano como um todo, que visou a renovação da ambiência, a recuperação dos recursos naturais e a provisão dos equipamentos e serviços urbanos para a comunidade tais como, locais para prática esportiva, trabalho, lazer, cultura, serviços de educação, saúde, circulação, acessibilidade, e todos eventos que podem consolidar a vivacidade do bairro e alcançar o nível de satisfação de seus moradores seguido da substancial construção da cidadania. Neste âmbito, pretende-se a formação de um locus satisfatório para se viver, e para este fim, o genius locus do bairro passa pela reurbanização e redesenho de seu território, pela consolidação morfológica/espacial e pelos seus eventos cotidianos, algo, portanto, que possa revigorar, no território em questão, a efetividade das relações sociais saudáveis, pois, conforme afirmou Milton Santos: “A configuração territorial não é o espaço, já que sua realidade vem de sua materialidade, enquanto o espaço reúne a materialidade e a vida que a anima. A configuração territorial, ou configuração geográfica tem, pois, uma existência material própria, mas sua existência real, somente lhe é dada pelo fato das relações sociais” (9). As medidas de cunho individual correspondem ao processo projetual das tipologias, que teve como premissa à preocupação de elaborar anteprojetos de tipologias residenciais propícias a abrigar todas as famílias residentes no bairro, respeitando, necessariamente, o seu modus vivendi. Para se ter uma idéia, em termos comparativos, dos aspectos qualitativos e quantitativos incluídos no plano urbanístico para o bairro, foi formulado um quadro de parâmetros urbanísticos onde se compara a situação atual com a situação proposta. Os números revelam a discrepância entre as duas realidades no que tange a provisão de equipamentos e serviços e a recuperação ambiental da área. Apenas para citar um exemplo, o bairro na condição atual não possui uma única praça para o convívio coletivo. A proposta apresenta no território do bairro a distribuição de quadras poliesportivas, praças e áreas para sociabilização, sistematicamente previstas no plano urbanístico, que somadas ultrapassam mais de 9000 m². Os demais ganhos estão no quadro a seguir: | Parâmetros Urbanísticos Bairro São José | | Dados/áreas | Padrão existente | Padrão Proposto | Áreas | Padrão existente | Padrão proposto | | Nº de domicílios | 2589 | 2598 | Área de projeção no solo (ha) | 11.43 | 5.54 | | População estimada (considerando 5 pessoa/domicílio) | 12945 | 12990 | Áreas livres/verdes (ha) | 4.90 | 4.65 | | Taxa de ocupação | 70% | 54% | Área mata ciliar (ha) preservada | 0.08 | 3.77 | | Coeficiente utilização | 0.72 | 1.13 | Área esporte / lazer (ha) | — | 0.91 | Área ocupação total (ha) | 16.33 | 10.19 | Ocupação em área de risco (ha) | 3.04 | — | Obs.: Áreas em hectare (ha) |
Escrito por enviva às 22h51
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BAIRRO SÃO JOSÉ - INFORMAÇÕES ESSENCIAIS - PARTE III Neste quadro, é interessante notar que, em relação às áreas livres/verdes, os dois valores se aproximam, mas no padrão existente, essas áreas representam um lado negativo. Esse valor é o somatório das áreas dos becos, dos quintais e recuos frontais inutilizados de algumas casas e de entroncamentos existentes nas bifurcações de ruas, que originam espaços livres sem qualidade para permanência. Estas áreas são, portanto subutilizadas ou desperdiçadas para o usufruto coletivo da comunidade, devido à ocupação desordenada do bairro. No padrão proposto, este valor da área é proposital no redesenho do bairro e serve como solo permeável e para amenização do micro-clima local, pois os espaços entre as tipologias residenciais, as suas reentrâncias e saliências são favoráveis à circulação dos ventos dominantes e às alternâncias de sol e sombras, contribuindo, assim, para o conforto ambiental dos moradores. Outro aspecto defendido no plano urbanístico diz respeito à segurança local e do entorno. Evidente que este assunto é extremamente complexo e compreende questões de ordem social, econômica e até política. Mas entendemos que um ambiente bem conservado, iluminado e com várias pessoas nas calçadas e em espaços públicos, são fatores relevantes para a segurança do bairro. Por isso, a hierarquização viária e a continuidade das calçadas atuam não só como facilitadores de locomoção, mas como dispositivos à segurança local. É exemplar as palavras de Jane Jacobs sobre esta questão: “Quando as pessoas dizem que uma cidade, ou parte dela, é perigosa ou selvagem, o que querem dizer basicamente é que não se sentem seguras nas calçadas. (...) As calçadas, os usos que as limitam e seus usuários são protagonistas ativos do drama urbano da civilização versus a barbárie. Manter a segurança urbana é uma função fundamental das ruas das cidades e suas calçadas” (10). Além deste sentido, a atração por usos combinados equilibrados e pela diversidade de acontecimentos vitais à dinâmica urbana do bairro São José, foram preocupações intrínsecas na concepção do plano urbanístico como um todo. Cenários propostos Na intenção de simular a paisagem urbana do bairro São José a partir do plano urbanístico proposto, foram elaborados cenários tanto em vistas tridimensionais como bidimensionais (mapas). Foram comparados desde os cenários existentes até as simulações propostas. Desta forma, foi mais fácil a comparação de ambas as realidades (antes x depois). Estes cenários pretendem corresponder aos princípios dinâmicos do partido urbanístico proposto, que se afaste dos planos tecnocráticos e se aproxime da diversidade cultural típica da comunidade envolvida. Por isso, rejeita-se a monotonia da repetição dos bairros populares do modelo central-desenvolvimentista dos anos 70 até meados dos anos 80 (11). Considerações finais A população de João Pessoa é de 597.934 habitantes (IBGE, 2000). Destes, mais de 120.000 habitantes moram em aglomerados subnormais e segundo projeção do IBGE, 126.120 pessoas habitarão em condições precárias de moradia, no ano de 2006. Esta alarmante perspectiva se estenderá à chamada Grande João Pessoa (formada por João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita), sendo de 217.923 (IBGE, 2000) habitantes que viverão em condições insustentáveis de moradia em 2006. Este quadro agravará ainda mais os desequilíbrios sociais e ambientais nestas cidades. Portanto, equacionar este quadro, é uma questão fundamentalmente de governabilidade, não é apenas um problema de redução do déficit quantitativo e qualitativo habitacional, é, sobretudo, uma necessidade de planejamento urbano-ambiental com inclusão social. O direito à moradia para as camadas de baixa renda deve estar atrelado às condições urbanas qualificadas, ao combate à pobreza, firmando parcerias para geração de emprego e renda e com respeito ao meio ambiente (12). Neste contexto, na cidade informal, interessa costurar o tecido urbano da "cidade partida" com ações multisetoriais que respeitem todos de forma indiscriminada, independentemente de sua condição financeira, cor, raça, ou ideologia partidária. Desta forma, a cidade, enquanto espaço democrático de relações humanas, pode ser praticada num exercício contínuo de engenharia urbana, social, ambiental e mental. Assim, nas relações entre bairros da cidade formal (Manaíra) e informal (São José), é mais pertinente integrar do que separar, respeitando o modus vivendi e a história evolutiva ocupacional de ambos os lados, interpretando as suas respectivas singularidades culturais, mas sempre dando margem para possibilitar noções transculturais de convivência. As inter-relações sócio-espaciais poderão renovar a humanização na cidade que é de todos. Aliar estes aspectos ao desenho qualificado da paisagem é promover a estética da imagem citadina. Deste contexto, devemos considerar o bairro São José como parte integrante do tecido morfológico numa área valorizada da cidade de João Pessoa, e por este motivo, é possível a convivência entre as diferenças dos bairros correlacionados, capaz de promover uma dinâmica da diversidade integrada na área. A postura da política administrativa municipal para com o bairro em análise deverá entender a sua requalificação físico-ambiental, sócio-espacial, como um processo de urbanização democrático devidamente articulado com a totalidade do seu território e segundo princípios de cidade sustentável, pois, a qualidade de vida da população do bairro São José e do seu entorno, passa necessariamente por uma revisão e resignificação dos conceitos da política urbana. Essa revisão pressupõe incluir a população do bairro em todos os níveis de decisão da ação urbana, demonstrando essencialmente, a sua responsabilidade no processo de melhoria da qualidade de vida e na preservação dos recursos naturais. Neste sentido, um eficiente trabalho de conscientização da população por parte do poder público, organizações não governamentais (ONG’s) e sociedade organizada, se faz necessário. Com esta lucidez adquirida pela comunidade, haverá mais sinergia entre planejadores e usuários, reformulando e aperfeiçoando a concepção do plano urbanístico e do próprio habitat dos moradores. Uma reformulação da vida urbana nesta área será possível, também, a partir de uma renovação de mentalidade, tendo a ética como instrumento de atuação pedagógica no campo administrativo capaz de desenvolver a governabilidade com austeridade e transparência nas ações. Sendo assim, o binômio ética-planejamento promoverá a desejada habitabilidade não apenas no bairro em abordagem, como também na cidade de João Pessoa como um todo. Podemos concluir, portanto, que as transformações espaciais e ambientais a serem realizadas no bairro de São José, poderão corresponder aos múltiplos anseios de sua população, alcançando padrões de urbanidade que incluam todos os moradores indistintamente, como as crianças, os jovens, os adultos e os idosos. Com estas medidas aplicadas, os moradores do referido bairro confirmarão o sentimento de pertencimento para com o seu território, renovando a sua auto-estima e a efetiva condição de serem cidadãos. Notas 1 Artigo extraído da Dissertação de Mestrado Morfologia urbana, qualidade de vida e ambiental em assentamentos espontâneos: o caso do Bairro São José – João Pessoa - PB, defendida pelo autor, em março de 2004 pelo Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente – PRODEMA/UFPB, João Pessoa – PB, na área de concentração Habitat Humano e Meio Ambiente. 2 Plano Diretor do Município de João Pessoa, 1992, p.1 3 Dados cedidos pelo Professor Dr. Edson Leite Ribeiro, que desenvolve pesquisa com a seguinte denominação: Avaliação da qualidade de vida urbana: Padrões, Percepção coletiva e distribuição sócio-espacial. Relatório Parcial de Pesquisa, DA/CT/UFPB, 2003. Maiores informações sobre o ISA e o IQVU de todos os bairros de João Pessoa, consultar o LAURBE – Departamento de Arquitetura, Universidade Federal da Paraíba UFPB. 4 Para ser possível à implantação de infra-estrutura básica e melhorar higiênica e espacialmente as condições do bairro São José, são inevitáveis as demolições. Neste sentido, na história do urbanismo moderno, vários episódios desta natureza ocorreram, muitos dos quais se baseando nos princípios higienistas e de embelezamento. A Paris de Haussmann do Século XIX, O Rio de Janeiro da primeira década do século XX de Pereira Passos, entre outras. A respeito da dicotomia destruição x construção nos tecidos urbanos, Goitia descreve: "A cidade constrói-se dia a dia, mas não esqueçamos que toda a construção se processa a par de uma destruição, e que tudo na vida, segundo um destino inelutável, tem como pano de fundo uma morte. Uma cidade que se constrói é, ao mesmo tempo, uma cidade que se destrói; e é precisamente na maneira de articular esta dupla operação de construção-destruição que reside a possibilidade de as cidades se desenvolverem harmoniosamente, visto que o ideal é que a construção se faça com o mínimo de destruição possível e, sobretudo, que essa destruição não seja senão uma readaptação inteligente às novas exigências". GOITIA, Fernando C. Breve história do urbanismo. Lisboa, Editorial Presença, 1982, p.205. 5 As intervenções urbanísticas nestes espaços devem respeitar as peculiaridades morfológicas, comportamentais e ambientais de modo que a integração à rede de relações da cidade "legal" promova uma boa performance urbana. Desta forma, apenas no âmbito do planejamento urbano integrado é que se alcançará a inclusão social, através de programas de urbanização capazes de potencializar as relações sócio-culturais em harmonia com os recursos naturais. Afinal, sociedade e natureza são atores recíprocos da mesma dinâmica urbana no tempo-espaço. 6 A morfologia urbana do bairro correlaciona-se com o sítio natural preexistente (o rio e a falésia) que num primeiro momento serviu de elemento magnético, mas, numa fase posterior, impôs limites de expansão a tendência de crescimento horizontal do assentamento espontâneo abordado. 7 DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo, Pini, 1990, p. 138. 8 Vilanova Artigas (1976) referindo-se sobre a necessidade de construção de edifícios de cunho social. In: FERRAZ, Marcelo (Org.). Vilanova Artigas: arquitetos brasileiros. São Paulo, Instituto Lina Bo Bardi, 1997. 9 SANTOS, Milton. A natureza do espaço. São Paulo, Hucitec, 1996, p. 51. 10 JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo, Martins Fontes, 2000, p. 29. 11 Segundo Bonduki, o modelo central-desenvolvimentista, foi um dos responsáveis pela herança negativa das cidades brasileiras. “Assim, entre outros aspectos, esse modelo ficou marcado por: Autoritarismo; Centralização da gestão; Ausência de participação dos usuários e da sociedade em geral; Desrespeito ao meio ambiente e ao patrimônio cultural numa lógica em que predominou o mito da modernidade como sinônimo da transformação urbana sem compromissos com o ambiente e os valores culturais; Desarticulação das políticas setoriais; Priorização do transporte individual; Preferência pelas grandes obras, às vezes desnecessária, canalizando recursos públicos para empreiteiras e relegando a segundo plano as iniciativas na área social; Priorização, nos financiamentos habitacionais, para os setores de maior renda”. BONDUKI, Nabil. Habitar São Paulo: reflexões sobre a gestão urbana. São Paulo, Estação Liberdade, 2000, p. 20. Outro ponto, igualmente marcado por estas intervenções em conjuntos habitacionais do Banco Nacional de Habitação (BNH), é a impessoalidade e o aspecto extremamente monótono, no sentido morfológico e espacial, da arquitetura estereotipada imposta. 12 Devemos acabar com o estigma do: “Para quem é pobre, qualquer coisa é melhor do que nada. Pode não haver infra-estrutura, podem não haver condições mínimas de civilidade, pode não haver sustentabilidade econômica, pode não haver um ambiente adequado, podem não haver serviços públicos afinal, é de graça mesmo” Artigo de BONASSA, Elvis Cesar. “Arquitetura, inclusão e participação social”. In: AU, n. 105. São Paulo, dez. 2002, p. 6
Escrito por enviva às 22h45
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